Muitas pessoas sonham em ter um cargo público, entretanto não conseguem se planejar de forma adequada para atingir este sonho, neste artigo - sim, pela sua extensão considero um artigo e não um post - irei destrinchar como atingir este objetivo tão reluzente para alguns.
O primeiro passo a ser dado ao se escolher por um concurso público é escolher o cargo que se quer ocupar, para isto o pleiteante coloca várias variáveis na mesa, tais como trabalho a ser realizado, local, risco à vida - para a área policial e fiscal -, frequência de concursos para o cargo, salário, entre outros não listados por serem muito específicos para cada pessoa. Dessas variáveis a que tem o maior peso de longe na dificuldade/concorrência da prova é o salário e é nessa variável que irei dar mais atenção neste artigo.Muitos concurseiros cometem o erro infantil de fazer a escolha utilizando somente o salário como critério, independente da área/cargo e em todo edital acabam se perdendo no mar de matérias diferentes que precisam ser estudadas para cada concurso, dificultando em muito a sua aprovação.
Horas Líquidas de Estudo
Também quero esclarecer o que significa horas líquidas de estudo, todos nós sabemos que durante o estudo várias distrações surgem e nem sempre começar a estudar às 8:00 e parar às 12:00, significa que você estudou efetivamente 4 horas, na verdade você estudou 4 horas brutas, mas muito provavelmente estudou no máximo 2 horas líquidas. A relação entre horas líquidas de estudo / horas bruta de estudo é um número que varia muito de cada pessoa, e irei abordar este assunto mais à frente quando discutiremos maneiras de aumentar a eficiência do seu estudo, e a partir de agora irei usar o acrônimo HL para fazer referência à hora líquida de estudo e HLs para o seu plural.
Aqui vamos fazer um exemplo ilustrado de João, João quer passar para Analista Judiciário, digamos que o número de HLs necessárias para João passar nesse concurso sejam de 600 horas - Novamente este é um número pessoal como iremos ver à frente -. Se João estudar 500 horas líquidas, não passará no concurso. E se João for estudar para outro concurso no qual todas as matérias são diferentes - situação hipotética dado que isso é um fenômeno raro -, terá jogado fora todo o esforço já feito. Logo João deve focar na área desejada para que possa acumular HLs e finalmente passar no concurso. Por isso ao usar o critério de salário, o pleiteante também deve escolher o cargo o qual atenda esse critério e estudar matérias relativas ao concurso em questão.
Potencial máximo de aprovação em concursos
Agora que já fiz a introdução ao tema, está claro que o pretendente deve focar em um cargo/área para que possa acumular HLs e passar no concurso, entretanto se fosse tão simples assim, todos os concurseiros iriam inexoravelmente passar nos concursos mais difíceis, e a lista de aprovados seria por antiguidade relativa ao início dos estudos e vocês já devem ter percebido que não funciona dessa maneira. Muitas vezes pessoas dedicam a vida para passar em um concurso e nunca passam, com certeza não foi por falta de estudo. Então o que acontece? Para começar este tema delicado, já que isso pode ser muito duro para algumas pessoas, irei utilizar um exemplo simples a seguir.
Pense em João que sempre quis ser um Jogador de Basquete profissional e passa horas todos os dias treinando para tal, todavia há um detalhe físico sobre João, ele tem apenas 1,70 metro de altura. Você acredita que um dia ele será um profissional? Eu não, porque - acredito eu - existe um potencial máximo diferente para cada indivíduo para determinadas áreas, e para o basquete a altura do indivíduo tem um peso grande em seu potencial máximo. Fica claro que mesmo se João tiver uma destreza incrível, e treine muito todos os dias, ainda assim há um potencial máximo que ele atingirá que é muito abaixo do necessário para se tornar profissional. A mesma analogia pode ser utilizada para concurseiros, todo mundo tem um potencial máximo que pode atingir - não vou entrar aqui na questão sobre inteligência - já que ela é tão ampla e difícil de mensurar que seria muito simplista dizer que fulano é mais inteligente que ciclano só porque conseguiu passar em um concurso mais difícil. Porém é certo dizer que algumas pessoas possuem uma memória e capacidade de raciocínio melhor do que outras e - na minha humilde opinião - essas são as variáveis mais importantes, e com maior peso, que definem o seu potencial máximo para concursos.
Estendendo esse raciocínio, não adianta estudar a sua vida inteira para se tornar Analista de Controle Externo do TCU - na minha opinião é hoje o melhor cargo do serviço público - e nunca passar, será extremamente frustrante e um tremendo desperdício. Por que não gastar de maneira efetiva o seu tempo e estudar para um concurso no qual existem chances reais de você passar? Aposto que 10 entre 10 pessoas querem isso, evitar desperdício de tempo e maximizar sua chance de passar. A grande questão faltante é como determinar seu potencial máximo, e essa é a questão mais importante.
Pense em João que sempre quis ser um Jogador de Basquete profissional e passa horas todos os dias treinando para tal, todavia há um detalhe físico sobre João, ele tem apenas 1,70 metro de altura. Você acredita que um dia ele será um profissional? Eu não, porque - acredito eu - existe um potencial máximo diferente para cada indivíduo para determinadas áreas, e para o basquete a altura do indivíduo tem um peso grande em seu potencial máximo. Fica claro que mesmo se João tiver uma destreza incrível, e treine muito todos os dias, ainda assim há um potencial máximo que ele atingirá que é muito abaixo do necessário para se tornar profissional. A mesma analogia pode ser utilizada para concurseiros, todo mundo tem um potencial máximo que pode atingir - não vou entrar aqui na questão sobre inteligência - já que ela é tão ampla e difícil de mensurar que seria muito simplista dizer que fulano é mais inteligente que ciclano só porque conseguiu passar em um concurso mais difícil. Porém é certo dizer que algumas pessoas possuem uma memória e capacidade de raciocínio melhor do que outras e - na minha humilde opinião - essas são as variáveis mais importantes, e com maior peso, que definem o seu potencial máximo para concursos.
Estendendo esse raciocínio, não adianta estudar a sua vida inteira para se tornar Analista de Controle Externo do TCU - na minha opinião é hoje o melhor cargo do serviço público - e nunca passar, será extremamente frustrante e um tremendo desperdício. Por que não gastar de maneira efetiva o seu tempo e estudar para um concurso no qual existem chances reais de você passar? Aposto que 10 entre 10 pessoas querem isso, evitar desperdício de tempo e maximizar sua chance de passar. A grande questão faltante é como determinar seu potencial máximo, e essa é a questão mais importante.
Introdução
Para mim, a maneira mais simples de verificar o seu potencial máximo para concursos é primeiro escolher uma prova de concurso do cargo pretendido ou de um cargo correlato, conseguir o material de português de um cursinho preparatório - ou outras fontes se assim desejar - e estudar durante 1 mês e, findo esse período, fazer a parte de português dessa prova - tem que ser a primeira vez que você faz essa parte da prova - e verificar o seu resultado em porcentagem de questões acertadas/total de questões. Este será o seu potencial máximo de aprovação.
Ex: Se após 1 mês de estudo em português utilizando apostilas/materiais adequados, sua nota foi 60% de acerto, isso significa que, muito provavelmente, se manter a rotina de estudos para as outras matérias conseguirá um porcentual parecido - algumas variações são esperadas - e com isso sua nota estimada para a prova deste concurso seria de 60% de acerto, logo se a nota de corte necessária para conseguir uma das vagas é de 60%, você tem chances grandes de passar neste cargo, porém se sua nota de acerto foi de 40%, suas chances são muito reduzidas.
É importante frisar que seu potencial máximo pode - e deve - aumentar à medida que você estuda de maneira rotineira e diminuir à medida que fica mais velho e deve chegar em um limite após 1-3 anos de estudos.
A teoria por trás desse conceito é simples, utilizei um intervalo de tempo alto para estudo de uma matéria (Concursos costumam ter em média 12 matérias), e utilizei uma matéria básica que é ensinada no ensino básico e médio, então todos - teoricamente - não são iniciantes nessa matéria, e a prova do cargo almejado é utilizada como referência pois fornece uma métrica real. Por isso é importante verificar a nota de corte nessa prova específica, pois há uma variação na dificuldade das provas. Utilizar a nota de corte de um concurso A em outro concurso B, mesmo se o cargo, matérias e banca elaboradora forem a mesma não dará um resultado preciso, porém ainda válido caso se queira recalcular novamente o seu potencial. E aqui faço um adendo, não adianta pegar resultados de concursos prestados, pois como vimos você não pode ter estudado tempo suficiente as matérias e ter tido um resultado bem abaixo do seu potencial.
É evidente que há margem para erros, pois a prova de português pode ter sido muito mais fácil ou difícil do que o restante das matérias, criando uma falsa percepção sobre o seu potencial, mas é aí que entra a segunda parte que é a definição utilizando resultados reais de concursos.
Conclusão - Potencial Máximo
É natural haver desvios entre provas, tanto para mais ou para menos, já que a performance do concurseiro varia muito dependendo do dia e das matérias abordadas nas questões da prova. Mas para isso o concurseiro pode fazer uma média entre os concursos realizados, descartando as provas mais antigas (períodos maiores que 6 meses).
Inclusive acho interessante refazer as provas já feitas até para entender se está havendo avanço com os estudos, é interessante deixar um período longo - 3 meses são suficientes na minha opinião - para que você não se lembre da resposta certa e force novamente o raciocínio.
Esse é um conceito polêmico, porém o considero de maior importância, pois pode reduzir a frustação e maximizar suas escolhas, além de mostrar claramente o seu potencial. Servindo inclusive como pilar da decisão para parar de fazer concursos. Por ser algo polêmico irei dar outro ponto de vista sobre o mesmo tema.
Estratégia simplifica de escolha de concurso
Caso não concorde com o conceito de potencial máximo, recomendo fazer provas de técnico - sem necessidade de diploma de faculdade - e ir subindo o sarrafo após cada aprovação. Logo a dificuldade irá aumentar gradativamente, não se deixe levar por alguns pensamentos soltos do tipo: "A prova de técnico é mais concorrida do que a de analista/nível superior, por isso é mais fácil passar". Esse pensamento é em parte verdadeiro, pois a concorrência - em um concurso de nível técnico - de concorrentes por vaga é maior do que um concurso de nível superior, porém não é na parte qualitativa, a nota de corte é sempre bem maior do que na prova de técnico.
Planejamento de tempo de estudo (Você deve largar o seu emprego?!)
Primeiro ponto é quanto tempo estudar de uma única vez, na minha experiência pessoal considero que entre 1 e 1:30 hora direta de estudo - após esse tempo o seu cérebro começa a ficar cansado e a se distrair por qualquer coisa - com 30 minutos de parada. Para ser mais incisivo a minha sugestão é essa: 90 minutos de estudo e 30 minutos de descanso. Porém existem outros métodos bem conhecidos tais como:
| Método | Divisão do tempo | Utilizado para |
|---|---|---|
| Pomodoro | 25 min de estudo / 5 min intervalo | Memorização, tarefas chatas ou quando está "travado" |
| Regra 50/10 | 50 min de estudo / 10 min intervalo | Trabalho pesado, escrever ou resolver problemas complexos |
| Ultradian Sprints | 90 min de estudo / 15-20 min de intervalo | Imersão profunda em um assunto único |
Não acredito em nenhuma regra rígida, o importante é o concurseiro acertar uma relação que funciona para ele. A boa notícia, é que você pode ir descobrindo aos poucos qual é a relação que funciona melhor para você, inclusive esta relação pode mudar em relação a hora do dia (À noite pode fazer intervalos de estudo menores em relação aos da manhã)
Segundo ponto é quanto estudar por dia, se você é empregado duvido que consiga estudar mais de 2 horas/dia, eu conseguia somente 1 hora/dia útil e no final de semana 6 horas/dia, o que totaliza 17 horas/semana.
Quando estava desempregado, eu conseguia estudar uma média de 7 horas por dia, o que totaliza 49 horas/semana, quase 3 vezes mais do que empregado. A relação é simples e diretamente proporcional: Quanto mais horas conseguir estudar, mais rápido irá conseguir sua aprovação.
Isso significa que todo concurseiro deve largar o seu emprego e começar a estudar? De forma nenhuma. Acredito que todo concurseiro deve primeiro entrar num ritmo muito bom, fazer um pé de meia e só então largar o emprego para focar 100% do tempo na aprovação do concurso. No meu exemplo pessoal, fiz um pé de meia com o equivalente a 5 anos de gastos - precisei só de meio ano e outro meio ano esperando a nomeação - para não ficar estressado e pressionado durante os meus estudos. Outro ponto que vale salientar novamente é que somente deve largar o emprego caso você possua o potencial máximo desejado para passar no concurso específico, de nada adiantar ficar anos a fio estudando se não consegue tirar a nota de corte em uma das matérias.
Essa é simples, e mais uma vez vou usar minha própria experiência. Quando estudei para concursos pela primeira vez - na minha juventude -, eu mesmo selecionava o meu material a partir do edital do concurso, escolhia livros e tentava focar nos capítulos que pareciam relacionados ao contéudo pedido, fazendo questões do livro. Não preciso nem mencionar que foi extremamente ineficiente.
Quando voltei a estudar para concursos - uns 15 anos depois -, utilizei material específico dos cursinhos e fazia questões em site de questões (TEC Concursos por exemplo), e funcionou muito bem para um concurso federal de nível excelente. Aqui fica um adendo, para a matéria de estatística, eu utilizei um livro :-) , porque o material estava muito ruim, todavia eu usei o livro como referência para tentar resolver as questões, não tentei estudar primeiro para depois resolver as questões de concurso e nem tentei resolver questões do livro. Isso é algo muito importante ao se utilizar um livro como referência, pois a matéria pode ser muito extensa e desconectada do que a Banca costuma pedir.
Aqui entram dois fatores: Quais assuntos específicos são cobrados pela banca e como são cobrados.
Segundo ponto é quanto estudar por dia, se você é empregado duvido que consiga estudar mais de 2 horas/dia, eu conseguia somente 1 hora/dia útil e no final de semana 6 horas/dia, o que totaliza 17 horas/semana.
Quando estava desempregado, eu conseguia estudar uma média de 7 horas por dia, o que totaliza 49 horas/semana, quase 3 vezes mais do que empregado. A relação é simples e diretamente proporcional: Quanto mais horas conseguir estudar, mais rápido irá conseguir sua aprovação.
Isso significa que todo concurseiro deve largar o seu emprego e começar a estudar? De forma nenhuma. Acredito que todo concurseiro deve primeiro entrar num ritmo muito bom, fazer um pé de meia e só então largar o emprego para focar 100% do tempo na aprovação do concurso. No meu exemplo pessoal, fiz um pé de meia com o equivalente a 5 anos de gastos - precisei só de meio ano e outro meio ano esperando a nomeação - para não ficar estressado e pressionado durante os meus estudos. Outro ponto que vale salientar novamente é que somente deve largar o emprego caso você possua o potencial máximo desejado para passar no concurso específico, de nada adiantar ficar anos a fio estudando se não consegue tirar a nota de corte em uma das matérias.
Qual o melhor material para utilizar?
Quando voltei a estudar para concursos - uns 15 anos depois -, utilizei material específico dos cursinhos e fazia questões em site de questões (TEC Concursos por exemplo), e funcionou muito bem para um concurso federal de nível excelente. Aqui fica um adendo, para a matéria de estatística, eu utilizei um livro :-) , porque o material estava muito ruim, todavia eu usei o livro como referência para tentar resolver as questões, não tentei estudar primeiro para depois resolver as questões de concurso e nem tentei resolver questões do livro. Isso é algo muito importante ao se utilizar um livro como referência, pois a matéria pode ser muito extensa e desconectada do que a Banca costuma pedir.
Aqui entram dois fatores: Quais assuntos específicos são cobrados pela banca e como são cobrados.
O material de cursinho já é feito sob medida para isso, inclusive com várias questões tiradas de concurso sobre a mesma matéria. Uma matéria pode ser incrivelmente vasta, e.g. banco de dados, porém a forma como é cobrada em concursos é bem menos abrangente. Ao estudar por apostilas de cursinho sempre utilizei o caminho didático de estudar primeiro para depois resolver questões, pois sabia que já estava ajustado ao conteúdo da prova e direcionada para os tipos de questões cobradas.
Agora para concursos muito difíceis, o concurseiro terá que fazer uma mistura de todos esses métodos: site de questões, material de cursinho, livros de referência, material de punho próprio. Sobre o material de punho próprio, ele é realmente muito útil e necessário para reforçar o aprendizado e reescrever o que você aprendeu de uma maneira simples e mais resumida para você revisar no futuro, e quando falo sobre material de punho próprio é literalmente uma apostila sobre o tópico, nada relacionado a mapas mentais e outras maneiras de reforçar o aprendizado, que também devem ser feitas ao gosto do concurseiro, mas - acredito eu - nada substitui uma apostila bem escrita.
Em relação ao custo do material, ele é ínfimo em relação ao salário, então é um dos melhores investimentos que fará na vida em relação custo/retorno. Caso esteja com o pé atrás, compre material avulso e tire a sua própria conclusão. Caso seja pobre, entre em um esquema de rateio com outros concurseiros para a compra dos materiais, e aqui faço questão de salientar, faça isso somente se for pobre, pois essa prática é ilegal e imoral - na minha opinião - já que o material é fruto do trabalho de um professor. A exceção da imoralidade é se esse dinheiro for fazer falta na sua casa.
Sumarizando, colocaria dessa maneira.
Conheço pessoas que foram bem sucedidas utilizando, cada uma, uma abordagem diferente, mas as que estudaram por site de questões costumavam demorar mais para passar do que as utilizavam material de cursinho.
Essa é uma escolha muito pessoal, minha sugestão é o concurseiro testar as duas e ver com quais delas se sente mais confortável, eu prefiro o material de cursinho para depois ir para o site de questões. E durante a revisão fazer apenas questões e revisar as questões, em que teve dificuldade para relembrar a matéria ou errou, utilizando o material de cursinho (ou de punho próprio).
Outro ponto muito importante é configurar o site de questões para se possível utilizar provas de concursos anteriores feitos pela mesma banca para o mesmo cargo.
Agora para concursos muito difíceis, o concurseiro terá que fazer uma mistura de todos esses métodos: site de questões, material de cursinho, livros de referência, material de punho próprio. Sobre o material de punho próprio, ele é realmente muito útil e necessário para reforçar o aprendizado e reescrever o que você aprendeu de uma maneira simples e mais resumida para você revisar no futuro, e quando falo sobre material de punho próprio é literalmente uma apostila sobre o tópico, nada relacionado a mapas mentais e outras maneiras de reforçar o aprendizado, que também devem ser feitas ao gosto do concurseiro, mas - acredito eu - nada substitui uma apostila bem escrita.
Em relação ao custo do material, ele é ínfimo em relação ao salário, então é um dos melhores investimentos que fará na vida em relação custo/retorno. Caso esteja com o pé atrás, compre material avulso e tire a sua própria conclusão. Caso seja pobre, entre em um esquema de rateio com outros concurseiros para a compra dos materiais, e aqui faço questão de salientar, faça isso somente se for pobre, pois essa prática é ilegal e imoral - na minha opinião - já que o material é fruto do trabalho de um professor. A exceção da imoralidade é se esse dinheiro for fazer falta na sua casa.
Sumarizando, colocaria dessa maneira.
| Complexidade | Material | Faixa Salarial (BRL) 2026 em final de carreira |
|---|---|---|
| Simples | Site de questões | até 7 mil |
| Média | Site de questões | até 15 mil |
| Difícil | Material de cursinho, site de questões, material de punho próprio | até 23 mil |
| Muito difícil | Material de cursinho, site de questões, livros de referência, material de punho próprio, sorte no dia da prova :-) | acima de 23 mil |
Não citei mapas mentais, ou outras coisas do tipo porque ao meu ver estão inclusos no material do cursinho.
Estudar por site de questões ou material de cursinho?
Essa é uma escolha muito pessoal, minha sugestão é o concurseiro testar as duas e ver com quais delas se sente mais confortável, eu prefiro o material de cursinho para depois ir para o site de questões. E durante a revisão fazer apenas questões e revisar as questões, em que teve dificuldade para relembrar a matéria ou errou, utilizando o material de cursinho (ou de punho próprio).
Outro ponto muito importante é configurar o site de questões para se possível utilizar provas de concursos anteriores feitos pela mesma banca para o mesmo cargo.
É necessário fazer simulados?
Considero simulados mais importantes do que realmente fazer provas de concurso para os quais você não está preparado, é simplesmente muito mais barato, menos estressante e frustrante, porém os simulados - como o nome já diz - tem que seguir à risca os ritos de um concurso normal:
- Imprima no dia anterior a prova que irá fazer. Deve ser uma prova real de um concurso anterior da mesma banca e/ou do mesmo cargo.
- Utilize o tempo total especificado no edital. Não pare o tempo para ir no banheiro ou se por acaso se distrair.
- Faça a prova em uma mesa e cadeira dura.
E a parte física? Devo me preparar antes da aprovação?
É isso aí pessoal, abordei todos os assuntos primordiais para concurso:
- Escolha do cargo/área.
- Organização do estudo.
- Material de estudo.
Forte Abraço!