Acredito que todos nós procuramos pela felicidade, pura e simples. Ao decorrer da vida o conceito de felicidade muda, i.e., as coisas necessárias - materiais e abstratas - que te fazem ou fariam feliz.
Tínhamos um conceito de felicidade aos 2 anos, 5 anos, 10 anos de idade e assim por diante. Meu conceito de felicidade aos 12 anos era matar aula e jogar videogame. Aquilo realmente me fazia feliz naquela época, porém não me faz mais hoje - Talvez um pouquinho :D -.
Meu conceito de felicidade no início da vida adulta, quando comecei a trabalhar, além de outros pontos, consistia em trabalhar pouco e ganhar bem para ter uma vida que eu considerava agradável: Com tempo disponível e dinheiro para desfrutar melhor desse tempo.
E esse conceito não mudou agora que já estou mais maduro, porém o peso do dinheiro diminuiu, hoje realmente o que tem mais peso para mim é o tempo disponível para lazer.
Um dos modos de atingir esse objetivo - na minha cabeça - era de conseguir uma quantidade grande de dinheiro para literalmente parar de trabalhar, a famigerada e tão aclamada FIRE nos blogs de finança. Porém com o tempo esse objetivo se mostrou muito árduo e difícil de ser alcançado e ainda há outra variável que complica ainda mais esse objetivo: A construção de uma família.
Nós fizemos as contas da aposentadoria antecipada quando ainda erámos jovens e solteiros, hoje nossos gastos cresceram e ainda termos que levar em conta a família.
Não preciso detalhar muito esse assunto, mas fica claro que a quantidade de dinheiro mensal necessária agora é duas, três ou até quatro vezes maior, logo o meu objetivo mudou, hoje gostaria de trabalhar menos (30 horas semanais) e com menos pressão e estresse.
E ao meu ver só há três maneiras de você atingi-lo no Brasil:
1) Trabalhando no governo federal/estadual (apesar de não haver muitos bons cargos na esfera estadual). Existem várias posições onde é necessário trabalhar somente 30hs por semana.
2) Sendo dono de alguma empresa.
3) Emigrando para um país desenvolvido e rico. Apesar de não trabalhar menos, a qualidade de vida compensaria esse problema.
Irei discorrer mais sobre cada uma dessas possibilidades em posts diferentes.
Então por hoje é só, não queria fazer uma apresentação muito pessoal da minha pessoa, mas sim o que me define e meu propósito.
Não acredito que emigrar compensaria a "qualidade de vida" se você continuaria sem ter o tempo necessário para desfrutar. E ainda sem rede de apoio ou contato com seu círculo social.
ResponderExcluirO ideal mesmo é diminuir as horas trabalhadas, valorizar mais o valor da sua hora, essas coisas...
Já tem ideia de qual a meta de prazo ou valor pretende atingir?
Emigrando a minha hora de trabalho seria triplicada (inicialmente) e quiçá quintuplicada com o tempo, porém o número de horas trabalhadas se manteriam - e nisto você tem razão - porém acredito que a atmosfera de um lugar mais rico e pacífico seriam o suficiente para me dar mais qualidade de vida.
ResponderExcluirTenho 0 ideias de meta e prazo, aliás comecei a escrever esse blog para chegar nesses valores.